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Tantas vezes vai o cântaro à fonte que lá deixa a asa.
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Tantas vezes vai o cão ao moinho que um dia deixa lá o focinho.
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Tantos dias de geada terá Maio, quantos Fevereiro teve de nevoeiro.
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Tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta.
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Temos cinco dedos na mão e nenhum é igual.
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Tenda é preciso quem a entenda, senão que a venda.
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Ter os filhos é dor, mas criá-los é amor.
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Todo o burro come palha, a questão é saber dar-lha.
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Todos falam e murmuram, ninguém olha para si.
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Todos os caminhos vão dar a Roma.
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Todos os conselhos tomarás, só o teu não deixarás.
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Todos os dias galinha, enfastia a cozinha.
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Toma em rapaz bom caminho, segui-lo-ás em velhinho.
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Trabalhar para aquecer, é melhor de frio morrer.
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Trabalho feito não mete pressa.
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Trabalho feito, nunca azedou.
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Três coisas destroem o homem: muito falar e pouco saber; muito gastar e pouco ter, muito presumir e pouco saber.
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Três, foi a conta que Deus fez.
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Tristezas não pagam dívidas.
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Trovão do Larouco, todo é pouco.
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Trovoada em Agosto, abundância de uvas e mosto.
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Tudo em Novembro guardado: ou em casa ou enterrado.
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Tudo o que arde cura e o que aperta segura.
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