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Quando a raposa anda aos grilos, mal da mãe, pior dos filhos.
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Quando chove em Fevereiro, nem bom prado, nem bom lameiro, nem bom corno no carneiro.
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Quando Deus não quer, os santos não podem.
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Quando Deus queria, até do Norte chovia.
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Quando dois vão à justiça, um vem nu, o outro camisa.
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Quando em Março arde o mato, em Maio nada o pato.
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Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.
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Quando Maio chegar, quem não arou há-de arar, ou há-de chorar.
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Quando não chove em Janeiro, nem bom prado nem bom celeiro.
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Quando não há vento, não há mau tempo.
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Quando o vento ronda o mar na noite de S. João, não há Verão.
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Quando Outubro for erveiro, guarda para Maio o palheiro.
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Quando se fala no diabo, mete-se um pé no inferno.
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Quando vires a casa do vizinho a arder, vai pondo as tuas barbas de molho.
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Que te abranda corpo forte? O mal e a morte.
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Queijo de Outono é para seu dono.
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Quem a fama tem perdida, morto anda em vida.
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Quem a Santos promete, em dívidas se mete.
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Quem acorda o cão dormindo, vende a paz e compra rindo.
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Quem anda à chuva molha-se.
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Quem ao mais alto quer subir, ao mais baixo vem cair.
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Quem bem faz a cama, nela se deita.
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Quem bem nada, não se afoga.
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Quem bem se cura, bem dura.
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Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vem.
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Quem canta antes de almoçar, chora antes de jantar.
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Quem canta, seu mal espanta.
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Quem colhe a azeitona antes do Natal, deixa o azeite no olival.
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Quem com fracas mulheres joga o vinte, ou acaba pobre ou pedinte.
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Quem come a correr, do estômago vem a sofrer.
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Quem come sem conta, vive sem honra.
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Quem compra ruim pano, veste-se duas vezes no ano.
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Quem compra sem ter, vende sem querer.
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Quem conta com a panela cheia, arrisca-se a sem ceia.
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Quem corre por gosto, não cansa.
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Quem dá aos pobres empresta a Deus.
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Quem dá o pão, dá criação.
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Quem dá o que é seu a quem bem o entende, não o dá, que bem o vende.
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Quem dá o que tem, a pedir vem.
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Quem dá o seu antes que morra, merece com uma cachaporra.
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Quem dá, bem vende, se não é ruim quem recebe.
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Quem de manhã começa a cantar, acaba a noite a f chorar.
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Quem de novo não vai, de velho não escapa.
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Quem desdenha, quer comprar.
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Quem é o teu inimigo? Oficial do teu ofício.
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Quem em Maio não merenda aos finados se encomenda.
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Quem em Maio não sacha uma leira, anda todo o ano à carreira.
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Quem em novo não trabalha, em velho come palha.
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Quem está de fora racha lenha.
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Quem faz os filhos na mulher alheia, perde-lhe o feitio.
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Quem fora da terra vai casar, ou leva pulha ou vai buscar.
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Quem guarda o que não presta tem o que lhe faz falta
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Quem longe vai à boda, no caminho a larga toda.
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Quem mal faz, espera outro mal.
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Quem mal faz, para si o faz.
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Quem mal quer cear, à noite o vai procurar.
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Quem merendas come, merendas deve.
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Quem mete o nariz em terreno alheio, se não foge leva em cheio.
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Quem meus filhos beija, minha boca adoça.
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Quem muito fala, pouco acerta.
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Quem muito reza, muito peca.
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Quem muito se gaba, nada tem.
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Quem na Páscoa houver de trabalhar, pelos Ramos há-de começar.
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Quem não debulha em Agosto, debulha com mau gosto.
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Quem não é visto, não é lembrado.
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Quem não faz filhos sábado filhoeiro, fazem-lhe os ratos grande palheiro.
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Quem não pode com o tempo, não inventa modas.
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Quem não poupa pão e lenha, não poupa nada que tenha.
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Quem não quer quando pode, não pode quando quer.
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Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele.
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Quem não se aventurou não perdeu nem ganhou.
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Quem não se enfeita, por si se enjeita.
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Quem não se sente, não é filho de boa gente.
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Quem não tem boi nem vaca, toda a noite ara.
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Quem não tem bois, ou semeia antes ou depois.
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Quem não tem cão, caça com o gato.
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Quem não tem pé, não dá coice.
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Quem não tem vergonha, todo o mundo seu.
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Quem não trabuca não manduca.
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Quem neste mundo quiser andar, é ver, ouvir e calar.
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Quem nunca se aventurou, nunca perdeu nem ganhou.
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Quem o alheio veste, na praça o despe.
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Quem o feio ama, bonito lhe parece.
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Quem paga o que deve, sabe o que lhe fica.
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Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é burro ou não tem arte.
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Quem por fresta espreita, seus males aventa.
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Quem quer bom cão de caça, procura-lhe a raça.
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Quem quer vai, quem não quer manda.
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Quem quer ver o seu corpo, mata o seu porco.
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Quem quiser mal à vizinha, dê-lhe em Maio a sardinha e em Agosto a vindima.
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Quem ri por último é quem ri melhor.
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Quem sabe calar, evita guerrear.
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Quem sai aos seus não degenera.
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Quem se deita em pipas amanhece em fontes.
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Quem se deita sem cear, passa a noite a rabear.
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Quem se mete por atalhos, não se livra de trabalhos.
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Quem segredos quer saber, busque-os na mesa e no prazer.
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Quem semeia bom grão, terá bom pão.
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Quem serve dois senhores algum há-de enganar.
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Quem sobre saladas não bebe, não sabe bem o que perde.
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Quem te avisa, teu amigo é.
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Quem te manda a ti sapateiro tocar rabecão?
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Quem tem amigos, não morre na cadeia.
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Quem tem boca vai a Roma.
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Quem tem brio, não tem frio.
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Quem tem capa sempre escapa.
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Quem tem esperança, sempre alcança.
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Quem tem filhos tem cadilhos, quem os não tem, cadilhos tem.
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Quem tem medo, compra um cão.
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Quem tem três e gasta quatro, em breve chega ao fundo do saco.
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Quem tem unhas que toque guitarra.
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Quem tem vergonha passa mal.
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Quem toma cautela, não se deixa dela.
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Quem torto nasce, tarde ou nunca se endireita.
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Quem tudo quer, tudo perde.
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Quem vai à boda, leva que coma.
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Quem vai à guerra dá e leva.
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Quem vai a S. Silvestre, vai num ano, vem noutro e não se despe.
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Quem vai ao vento, perde o assento.
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Quem vai muito depressa, pode quebrar a cabeça.
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Quem vai para mar, avia-se em terra.
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Quem vê caras, não vê corações.
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Quereis conhecer o ruim? Dai-lhe o ofício a servir.
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Queres pasmar, o teu vizinho? Lavra e esterca pelo S. Martinho.
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