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S. Pedro e S. Simão têm a chave do trovão; assim como os santos são Santos, assim os trovões sejam mansos.
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Sábado filhoeiro, Domingo gordo e pelo Entrudo come tudo.
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Sabes o que tens se o arranjaste com sacrifício.
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Saltou o peixe, alegrou-se o tempo.
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Santos da porta não fazem milagres.
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Santos, neve pelos campos.
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Se as vacas cheiram o chão, não saias do teu fogão.
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Se bebes demais, tropeças e cais.
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Se compraste e não registaste, não compraste, apalavraste.
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Se em Novembro ouvir trovão, o ano que vem será bom.
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Se és velho comilão, encomenda teu caixão.
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Se no pombal houver grão, pombas não faltarão.
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Se o casar fosse no fim conforme é no começo, eu pedia à minha mãe que me casasse no berço.
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Se o cego guia cego, correm os dois o risco de cair.
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Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-eis pelo S. Martinho.
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Se o novo soubesse e o velho pudesse, não havia nada que não se fizesse.
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Sê o primeiro a ouvir e o último a falar.
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Se ouvires roncar o mar, deixa os outros embarcar.
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Se pedes o fermento à vizinha, manda-lhe mais um bocadinho.
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Se queres bom conselho, pede-o ao velho.
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Se queres um bom alhal semeia-o no Natal, se o queres cabeçudo semeia-o pelo Entrudo.
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Se queres um bom capataz, arranja um bom preguiçoso.
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Se tem preguiça o lavrador, comem-lhe os ratos o melhor.
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Se tens telhados de vidro, não atires pedras ao do vizinho.
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Se vires a lua vermelha, põe a pedra sobre a telha.
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Se vires arder as barbas do vizinho, põe as tuas de molho.
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Se vires verdejar, põe-te a chorar. Se vires negrejar, põe-te a cantar.
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Segredo em nariz de mulher é manteiga em focinho de cão.
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Segredos de três, o diabo os fez.
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Sem olhar direito não se lavra direito.
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Semeia-me em pó (centeio) e de mim não tenhas dó.
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Senhora das Candeias a rir, Inverno para vir. Senhora das Candeias a chorar, o Inverno está a passar.
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Senta-te naquela pedra; como ouvires falar dos outros, espera.
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Setembro molhado, figo estragado.
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Setembro seca as fontes ou leva açudes e pontes.
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Sinal na perna, mulher de taberna.
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Só te lembras de Sta. Bárbara quando troveja.
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Sogras nem de barro se querem à porta.
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Sol de Junho, madruga muito.
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Sol de Março mata a rainha no palácio.
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Sonhar com a morte é acrescentar à vida.
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