Ditados Populares

 

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  • S. Pedro e S. Simão têm a chave do trovão; assim como os santos são Santos, assim os trovões sejam mansos.

  • Sábado filhoeiro, Domingo gordo e pelo Entrudo come tudo.

  • Sabes o que tens se o arranjaste com sacrifício.

  • Saltou o peixe, alegrou-se o tempo.

  • Santos da porta não fazem milagres.

  • Santos, neve pelos campos.

  • Se as vacas cheiram o chão, não saias do teu fogão.

  • Se bebes demais, tropeças e cais.

  • Se compraste e não registaste, não compraste, apalavraste.

  • Se em Novembro ouvir trovão, o ano que vem será bom.

  • Se és velho comilão, encomenda teu caixão.

  • Se no pombal houver grão, pombas não faltarão.

  • Se o casar fosse no fim conforme é no começo, eu pedia à minha mãe que me casasse no berço.

  • Se o cego guia cego, correm os dois o risco de cair.

  • Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-eis pelo S. Martinho.

  • Se o novo soubesse e o velho pudesse, não havia nada que não se fizesse.

  • Sê o primeiro a ouvir e o último a falar.

  • Se ouvires roncar o mar, deixa os outros embarcar.

  • Se pedes o fermento à vizinha, manda-lhe mais um bocadinho.

  • Se queres bom conselho, pede-o ao velho.

  • Se queres um bom alhal semeia-o no Natal, se o queres cabeçudo semeia-o pelo Entrudo.

  • Se queres um bom capataz, arranja um bom pre­guiçoso.

  • Se tem preguiça o lavrador, comem-lhe os ratos o melhor.

  • Se tens telhados de vidro, não atires pedras ao do vizinho.

  • Se vires a lua vermelha, põe a pedra sobre a telha.

  • Se vires arder as barbas do vizinho, põe as tuas de molho.

  • Se vires verdejar, põe-te a chorar. Se vires negrejar, põe-te a cantar.

  • Segredo em nariz de mulher é manteiga em focinho de cão.

  • Segredos de três, o diabo os fez.

  • Sem olhar direito não se lavra direito.

  • Semeia-me em pó (centeio) e de mim não tenhas dó.

  • Senhora das Candeias a rir, Inverno para vir. Senhora das Candeias a chorar, o Inverno está a passar.

  • Senta-te naquela pedra; como ouvires falar dos outros, espera.

  • Setembro molhado, figo estragado.

  • Setembro seca as fontes ou leva açudes e pontes.

  • Sinal na perna, mulher de taberna.

  • Só te lembras de Sta. Bárbara quando troveja.

  • Sogras nem de barro se querem à porta.

  • Sol de Junho, madruga muito.

  • Sol de Março mata a rainha no palácio.

  • Sonhar com a morte é acrescentar à vida.

 

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