Ditados Populares

 

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  • O alheio chora pelo dono.

  • O amor e o viver dão sempre que fazer.

  • O avarento, por um real, perde um cento.

  • O bebedão diz tudo o que lhe vai no coração.

  • O bem tarda e foge, e o mal chega e dura.

  • O boi e o home(m) puxa do que come.

  • O bom vinho por si fala.

  • O cacho que nasce em Março, vindima-se no regaço.

  • O cão fareja, o lobo rasteja.

  • O comer e o ranhar, todo o mal é começar.

  • O cordeirinho manso mama na mãe e na alheia.

  • O costume faz lei.

  • O dinheiro abre todas as portas.

  • O dinheiro é a perdição das almas.

  • O dinheiro é bom servidor, mas mau senhor.

  • O farto não compreende o sofrimento do esfomeado.

  • O ferreiro da maldição quando tem ferro não tem carvão.

  • O fim justifica os meios.

  • O foguete é na maré da festa.

  • O fruto proibido é o mais apetecido.

  • O hábito não faz o monge.

  • O homem é fogo, a mulher estopa, vem o diabo e sopra.

  • O ignorante a todos repreende e fala mais do que entende.

  • O inferno está cheio de boas intenções.

  • O João Alguém só ouve o que lhe convém.

  • O mal e o bem à cara vem.

  • O mal que da tua boca sai, no teu peito cai.

  • O medo guarda a vinha.

  • O melhor da festa é esperar por ela.

  • O mês de Agosto será gaiteiro, se for bonito o primeiro de Janeiro.

  • O milagre é acreditar nele.

  • O mundo nos vê, Deus é que nos conhece, ninguém é o que parece.

  • O não ter faz mau cabelo e a fome fraco pêlo.

  • O outro mundo é de quem o ganha e este é de quem o apanha.

  • O pai impertinente faz o filho desobediente.

  • O palreiro agudo faz do seu amigo mudo.

  • O pouco com Deus é muito, o muito sem Deus não é nada.

  • O prometido é devido.

  • O que custa é chegar a rico, a riquíssimo depressa se chega.

  • O que é doce nunca amargou.

  • O que é doce nunca amargou.

  • O que está em Portugal é dos portugueses.

  • O que mais dá mais amigo é do Santo.

  • O que não é visto não é lembrado.

  • O que não se faz no dia de Sta. Maria, faz-se ao outro dia.

  • O que o berço dá só a tumba o leva.

  • O que se aprende no berço dura até à sepultura.

  • O que se usa não se escusa.

  • O rabo do cabrito é o mais ruim de esfolar.

  • O saber não ocupa lugar.

  • O sábio sabe que não sabe e o néscio pensa que sabe.

  • O sábio só deve ter a si por guardião do seu segredo.

  • O segredo melhor guardado é o que a ninguém revelado.

  • O seu a seu dono.

  • O sol de Março mata a rainha no palácio.

  • O sol de Março mata a velha no terraço.

  • O sol, quando nasce, é para todos.

  • O ter e o saber nunca são demais.

  • O trabalho do menino é pouco, mas quem o não aproveita é louco.

  • O último a rir é o que ri melhor.

  • O Verão colhe, o Inverno come.

  • O vinagre e o limão são meio cirurgião.

  • Obra prudente é, podendo fazer mal, não o fazer.

  • Olha para o que eu digo e não olhes para o que eu faço.

  • Olho do amo engorda o cavalo.

  • Olho por olho, dente por dente.

  • Onde está chapéu, não manda o lenço.

  • Onde os olhos não vêem, coração não sofre.

  • Os adágios dos velhos são lições para os novos.

  • Os amigos conhecem-se nas ocasiões.

  • Os figos da figueira são para quem está à beira.

  • Os homens não se medem aos palmos.

  • Os lobos não se comem uns aos outros.

  • Outros tempos, outros ventos.

  • Ouves cantar o galo, e não sabes onde é o poleiro.

  • Ovelha que berra, bocada que perde.

  • Ovelha ruiva, conforme faz, cuida.

 

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