Ditados Populares

 

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  • Na morte e na boda verás quem te honra.

  • Na necessidade, se prova a amizade.

  • Na primeira qualquer um cai, na segunda cai quem quer.

  • Na tua vida leva a cruz às costas, de rastos é mais pesada.

  • Não acordes o gato que dorme.

  • Não comas quente, não perderás o dente.

  • Não comer por ter comido, não é mal de sentido.

  • Não compres a quem comprou, compra antes a quem herdou que não sabe o que lhe custou.

  • Não contes os pintos senão depois de nascidos.

  • Não cuspas para o ar que te pode cair na boca.

  • Não dá o frade o que bem lhe sabe.

  • Não dá quem tem, senão quem quer bem.

  • Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.

  • Não dês aos outros o que não queres para ti.

  • Não desejes mal a ninguém, que o teu mal pelo cami­nho vem.

  • Não duvida quem não sabe.

  • Não é bom o mosto, colhido em Agosto.

  • Não é com vinagre que se apanham moscas.

  • Não é por grandes orelhas que o burro vai à feira.

  • Não há ausentes sem culpas, nem presentes sem des­culpas.

  • Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe.

  • Não há carne perdida a não ser lebre assada e perdiz cozida.

  • Não há carne sem osso, nem fruto sem caroço.

  • Não há coisa mais bonita que chegar à missa e topá-la dita.

  • Não há dinheiro, não há vícios.

  • Não há fumo sem fogo.

  • Não há manjar que não enfastie, nem vício que não enfade.

  • Não há melhor amigo que o Julho com seu trigo.

  • Não há melhor molho que o apetite.

  • Não há morte sem pranto, nem casamento sem canto.

  • Não há nada como a fome para dar sabor ao pão.

  • Não há pior cego que aquele que não quer ver.

  • Não há prazer onde não há comer.

  • Não há rosas sem espinhos.

  • Não há sábado sem sol, domingo sem missa, nem segunda sem preguiça.

  • Não julgues mal de ninguém, nem para mal nem para bem.

  • Não me chames bem fadado até me veres enterrado.

  • Não metas dinheiro em saco, sem veres se tem buraco.

  • Não queiras ensinar o conto ao vigário.

  • Não se fale ao mestre do que ele ensina mal.

  • Não serás amado, se de ti só tens cuidado.

  • Não sirvas a quem serviu, não peças a quem pediu.

  • Não te abaixes por pobreza, não te levantes por riqueza.

  • Não te julgues mais esperto que os outros.

  • Não te rias do vizinho, que o mal vem pelo caminho.

  • Não ter eira nem beira, nem raminho da figueira.

  • Não vá o sapateiro além da chinela.

  • Nem amor como o primeiro, nem luar como o de Janeiro.

  • Nem ovelhas p'ra mato, nem cabras p'ra terroeiro.

  • Nem sempre aquele que dança é o que paga a música.

  • Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

  • Nem tudo o que luz é oiro, nem tudo o que alveja é prata.

  • Nem tudo o que sabe se diz, nem tudo o que se ouve se conta.

  • Nem tudo o que vem à rede é peixe.

  • Neve em Fevereiro - no primeiro jejuarás, no segundo guardarás e no terceiro irás p'ró S. Brás.

  • Neve, em Fevereiro, ataca o celeiro.

  • Nevoeiro em S. Pedro põe em Julho a vinha a medo.

  • Ninguém é bom profeta na sua terra.

  • Ninguém faz mal que o não pague.

  • No dia 1 de Abril vai o tolo onde não há-de ir.

  • No fim da sopa, molha-se a boca.

  • No meio de um rebanho há sempre uma ovelha ranhosa.

  • No meio é que está a virtude.

  • No melhor pano cai a nódoa.

  • No poupar é que está o ganho.

  • No princípio ou no fim, Abril é ruim.

  • No tempo do cuco, cada couve enche um púcaro.

  • Noite de Natal estrelada dá alegria ao rico e promete fartura ao pobre.

  • Numa mão o pão, na outra a criação.

  • Nunca comeces sem pensar no fim.

  • Nunca digas, desta água não beberei.

  • Nunca faltou cova a mortos, nem pão a vivos.

  • Nunca o invejoso medrou, nem quem junto dele morou.

  • Nuvens no céu cinzento, chuva ou mudança de tempo.

 

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